Léo Loureiro participa de capacitação nacional do TEAtivo Nordeste II em Natal

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O vice-presidente nacional da Apae Brasil, Léo Loureiro, participa esta semana, em Natal (RN), do Curso de Capacitação para Formação dos Professores do TEAtivo Nordeste II, uma das principais iniciativas de inclusão social por meio do esporte voltadas para crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista (TEA) no país.

O evento, promovido pela Apae Brasil em parceria com o Ministério do Esporte, reúne lideranças do movimento apaeano, especialistas, coordenadores e professores que atuarão diretamente no programa em nove capitais nordestinas e no município de Imperatriz (MA).

Reconhecido como uma das maiores autoridades em inclusão no Brasil, Léo Loureiro acompanha de perto as ações do TEAtivo e reforça o compromisso da Apae Brasil com políticas públicas que promovam autonomia, qualidade de vida e cidadania para pessoas com autismo.

“O esporte transforma vidas. O TEAtivo mostra que inclusão não é discurso, é prática, é oportunidade e é dignidade para milhares de famílias brasileiras”, destacou Léo Loureiro durante a programação.

A capacitação acontece entre os dias 13 e 15 de maio e vai preparar 40 professores e 10 coordenadores esportivos que atuarão com cerca de 640 crianças e adolescentes com TEA na região Nordeste. O programa utiliza modalidades como atletismo, capoeira, futsal e natação como ferramentas de desenvolvimento global e inclusão social.

O TEAtivo é uma política pública criada pela Secretaria Nacional de Paradesporto, do Ministério do Esporte, e executada pela Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), por meio da Faculdade Apae Brasil Dr. Eduardo Barbosa. O projeto já é considerado referência nacional e internacional em inclusão pelo esporte.

Na primeira etapa do programa no Nordeste, mais de 2 mil crianças e adolescentes com autismo e suas famílias foram beneficiados. O impacto positivo da iniciativa levou o TEAtivo a ser apresentado na sede da ONU, em Nova York, durante a 18ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, como exemplo de política pública inovadora.