Fátima Canuto destaca papel do Legislativo no fortalecimento do voluntariado em palestra no workshop nacional da Rede Feminina

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A deputada estadual Fátima Canuto foi uma das palestrantes do workshop da Rede Nacional Feminina de Combate ao Câncer, realizado nesta quarta-feira (20). Durante a apresentação, a parlamentar abordou o tema “O papel do Legislativo no fortalecimento do trabalho voluntário”, destacando a importância da atuação parlamentar no apoio às instituições filantrópicas e às causas ligadas à oncologia. 

Advogada, economista, deputada estadual em segundo mandato, presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Alagoas e Procuradora Especial da Mulher da ALE, Fátima também possui uma trajetória ligada diretamente ao voluntariado, tendo atuado como presidente nacional e estadual da Rede Feminina de Combate ao Câncer, sendo voluntária há mais de 25 anos.

Ao longo da palestra, a deputada ressaltou que a vivência junto a pacientes oncológicos e familiares contribuiu para ampliar sua atuação política na defesa da saúde pública e do terceiro setor. “O voluntariado acolhe. O Legislativo pode estruturar, ampliar e garantir continuidade”, destacou.

Durante a explanação, Fátima Canuto apresentou formas pelas quais o Parlamento pode fortalecer o trabalho voluntário, como a destinação de emendas parlamentares, criação de leis e políticas públicas, articulação institucional, realização de audiências públicas, fiscalização dos recursos públicos e defesa do orçamento da saúde.

A parlamentar também apresentou exemplos de ações já realizadas por meio do mandato, incluindo recursos destinados a instituições filantrópicas. Entre eles, mais de R$ 700 mil encaminhados à Rede Feminina de Combate ao Câncer desde 2020, além de apoio a iniciativas como o Instituto Crescer Cidadão, em Delmiro Gouveia, que atua na assistência a pacientes oncológicos.

Fátima também destacou projetos e legislações voltadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer em Alagoas, como a Lei nº 8.698/22, que institui a Política Estadual de Prevenção e Detecção Precoce do Câncer de Mama, e a Lei nº 8.531/2021, que criou a Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher.

Outro ponto abordado foi o papel fiscalizador do Legislativo, com foco no acompanhamento da execução orçamentária, cobrança por melhorias no atendimento oncológico e escuta permanente das demandas da população e das instituições de saúde. “O trabalho voluntário não substitui o Estado, mas humaniza caminhos e transforma realidades”, afirmou.

fonte: emergência190.com