A imagem de Nossa Senhora dos Prazeres deixou nesta quinta-feira (27) a Catedral Metropolitana de Maceió para acompanhar uma das manifestações mais tradicionais da fé católica na capital. Centenas de devotos, religiosos, seminaristas e integrantes do clero seguiram em procissão pelas ruas do Centro até o estacionamento de Jaraguá, onde foi celebrada a missa de encerramento da festa da padroeira de Maceió, celebrada por Dom Beto Breis.
A procissão encerrou uma programação iniciada no dia 17, com o novenário em preparação para a festa. Após a missa, ocorreu um show de evangelização da Banda Adoração e Vida.
Para Dom Beto Breis, a festa é um momento de encontro entre as diferentes comunidades que formam a Arquidiocese de Maceió.
“Têm sido realizadas belas celebrações, participadas pelas diversas foranias da nossa Arquidiocese, com suas paróquias e comunidades, pastorais e movimentos. Todas as categorias do povo de Deus se reúnem na casa da mãe, que fica muito feliz.”
A festa da padroeira não se resume às celebrações dentro da igreja. Durante os festejos, devotos renovam objetos de devoção e mantêm tradições relacionadas à data.
Para a comerciante Alexandra Lima, a celebração tem um significado que ultrapassa a atividade profissional. Devota de Nossa Senhora dos Prazeres, ela considera o dia especial tanto para sua fé quanto para seu negócio.
“É um dia muito especial para mim, que sou devota, Nossa Senhora dos Prazeres. Nossa Senhora, sou devotíssima dela. Então é um dia muito especial para a gente aqui de Maceió, especial para mim também, para o meu negócio.”
A imagem de Nossa Senhora dos Prazeres deixou nesta quinta-feira (27) a Catedral Metropolitana de Maceió para acompanhar uma das manifestações mais tradicionais da fé católica na capital. Centenas de devotos, religiosos, seminaristas e integrantes do clero seguiram em procissão pelas ruas do Centro até o estacionamento de Jaraguá, onde foi celebrada a missa de encerramento da festa da padroeira de Maceió, celebrada por Dom Beto Breis.
A procissão encerrou uma programação iniciada no dia 17, com o novenário em preparação para a festa. Após a missa, ocorreu um show de evangelização da Banda Adoração e Vida.
Para Dom Beto Breis, a festa é um momento de encontro entre as diferentes comunidades que formam a Arquidiocese de Maceió.
“Têm sido realizadas belas celebrações, participadas pelas diversas foranias da nossa Arquidiocese, com suas paróquias e comunidades, pastorais e movimentos. Todas as categorias do povo de Deus se reúnem na casa da mãe, que fica muito feliz.”
A festa da padroeira não se resume às celebrações dentro da igreja. Durante os festejos, devotos renovam objetos de devoção e mantêm tradições relacionadas à data.
Para a comerciante Alexandra Lima, a celebração tem um significado que ultrapassa a atividade profissional. Devota de Nossa Senhora dos Prazeres, ela considera o dia especial tanto para sua fé quanto para seu negócio.
“É um dia muito especial para mim, que sou devota, Nossa Senhora dos Prazeres. Nossa Senhora, sou devotíssima dela. Então é um dia muito especial para a gente aqui de Maceió, especial para mim também, para o meu negócio.”

Procissão de Nossa Senhora dos Prazeres arrasta multidão pelas ruas de Maceió. — Foto: Ailton Cruz
Devoção que se confunde com a história de Maceió
A presença de Nossa Senhora dos Prazeres na história de Maceió atravessa séculos. A devoção tem origem em Portugal e chegou à região de Alagoas ainda no período colonial. Segundo o historiador e diácono da Arquidiocese de Maceió Álvaro Queiroz, o culto à santa ganhou força na região entre as décadas de 1720 e 1730, período relacionado à fundação do antigo engenho Massayó, na área onde hoje está a Catedral Metropolitana.
A devoção também foi trazida dos Montes Guararapes, em Pernambuco, e se espalhou pela região quando Alagoas ainda fazia parte da Capitania de Pernambuco. A tradição religiosa se consolidou ao longo dos anos e passou a fazer parte da identidade da capital alagoana.
Em 5 de julho de 1819, foi criada oficialmente a Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres em Maceió. A atual matriz foi inaugurada em 1859, em solenidade que contou com a presença do imperador Dom Pedro II. Em 1920, com a elevação da então Diocese de Alagoas à condição de Arquidiocese de Maceió, a igreja passou também a exercer a função de Catedral Metropolitana.
A imagem de Nossa Senhora dos Prazeres venerada na Catedral é do século XIX e foi uma oferta do Barão de Atalaia. Ela chegou ao templo em 1859 e permaneceu no altar-mor por mais de 150 anos. Em 2014, foi retirada para restauração e voltou à Catedral dois anos depois.
Mais do que uma caminhada pelas ruas da capital, a procissão de Nossa Senhora dos Prazeres reafirma uma tradição religiosa que acompanha a formação de Maceió e permanece presente na vida de seus moradores. A cada 27 de agosto, a cidade volta os olhos para a Catedral, segue pelas ruas e termina a celebração diante do mar, no Jaraguá, mantendo viva a devoção à sua padroeira.
Procissão de Nossa Senhora dos Prazeres arrasta multidão pelas ruas de Maceió. — Foto: Ailton Cruz
Devoção que se confunde com a história de Maceió
A presença de Nossa Senhora dos Prazeres na história de Maceió atravessa séculos. A devoção tem origem em Portugal e chegou à região de Alagoas ainda no período colonial. Segundo o historiador e diácono da Arquidiocese de Maceió Álvaro Queiroz, o culto à santa ganhou força na região entre as décadas de 1720 e 1730, período relacionado à fundação do antigo engenho Massayó, na área onde hoje está a Catedral Metropolitana.
A devoção também foi trazida dos Montes Guararapes, em Pernambuco, e se espalhou pela região quando Alagoas ainda fazia parte da Capitania de Pernambuco. A tradição religiosa se consolidou ao longo dos anos e passou a fazer parte da identidade da capital alagoana.
Em 5 de julho de 1819, foi criada oficialmente a Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres em Maceió. A atual matriz foi inaugurada em 1859, em solenidade que contou com a presença do imperador Dom Pedro II. Em 1920, com a elevação da então Diocese de Alagoas à condição de Arquidiocese de Maceió, a igreja passou também a exercer a função de Catedral Metropolitana.
A imagem de Nossa Senhora dos Prazeres venerada na Catedral é do século XIX e foi uma oferta do Barão de Atalaia. Ela chegou ao templo em 1859 e permaneceu no altar-mor por mais de 150 anos. Em 2014, foi retirada para restauração e voltou à Catedral dois anos depois.
Mais do que uma caminhada pelas ruas da capital, a procissão de Nossa Senhora dos Prazeres reafirma uma tradição religiosa que acompanha a formação de Maceió e permanece presente na vida de seus moradores. A cada 27 de agosto, a cidade volta os olhos para a Catedral, segue pelas ruas e termina a celebração diante do mar, no Jaraguá, mantendo viva a devoção à sua padroeira.
Fonte: Gazetaweb









