O jornalismo alagoano perdeu nesta quinta-feira (17) Iremar Marinho, aos 77 anos. Com uma carreira iniciada na década de 1970, o jornalista construiu uma trajetória de destaque na imprensa do estado, especialmente na Gazeta, onde ocupou diferentes funções ao longo dos anos.
Iremar estava internado e enfrentava complicações renais. A morte foi lamentada pelo Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal), entidade da qual era um dos filiados mais antigos.
Na TV Gazeta de Alagoas, Iremar Marinho exerceu o cargo de editor-chefe de Jornalismo, função responsável pela condução e organização do conteúdo jornalístico da emissora. Sua trajetória também foi marcada pela atuação na Gazeta de Alagoas, onde foi chefe de redação, chefe de reportagem e editorialista.
A passagem pela Gazeta fez parte de uma carreira que se estendeu por diferentes veículos de comunicação do estado. Iremar também foi chefe de redação e editor-geral da Tribuna de Alagoas, além de ter atuado como diretor e editor-geral do Jornal Extra.
Jornalista e advogado
Além da carreira no jornalismo, Iremar Marinho era advogado. De acordo com o Sindjornal, ele foi uma das vítimas da Ditadura Militar e sofreu perseguições ainda durante o período em que era estudante.
Nos últimos anos, continuou ligado ao debate público e passou a utilizar as redes sociais para publicar comentários sobre política.
Ao lamentar a morte, o Sindjornal destacou a contribuição de Iremar para a imprensa e para a sociedade alagoana e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
Velório e sepultamento
O corpo de Iremar Marinho será velado no Parque das Flores a partir das 7h desta sexta-feira (18). O sepultamento está marcado para as 16h.
Fonte: Gazetaweb










