Nova termelétrica a gás é autorizada no Pilar; Renato Filho aponta mais emprego e desenvolvimento para AL

bc714488-498f-4fad-89dd-8e3bfb359918

UTE Manguaba V integra conjunto de sete usinas previstas para o município, com cerca de R$ 2 bilhões em investimentos

Assessoria

A autorização de uma nova termelétrica a gás natural no Pilar abre espaço para uma discussão que vai além da geração de energia. Para o candidato a deputado federal Renato Filho (MDB), o avanço dos projetos energéticos no município pode ajudar Alagoas a atrair novos investimentos, gerar empregos e ampliar sua participação em setores que demandam grande disponibilidade de energia.

“Hoje saiu uma notícia que pode parecer apenas sobre energia, mas é também sobre o futuro econômico de Alagoas”, afirmou Renato ao comentar a autorização da UTE Manguaba V, da Origem Energia.

A nova usina terá capacidade instalada de 10 MW e faz parte de um conjunto de sete termelétricas previstas para o Pilar. Juntas, as unidades terão aproximadamente 371 MW de capacidade, com cerca de R$ 2 bilhões em investimentos anunciados pela Origem Energia.

Ao tratar do impacto desses projetos, Renato relacionou a disponibilidade de gás natural e energia à possibilidade de Alagoas disputar novos empreendimentos. Na fala, ele cita especialmente atividades que dependem de grande oferta energética, como data centers e projetos ligados à inteligência artificial, além da instalação de novas indústrias.

O avanço das termelétricas ocorre em paralelo a outro projeto previsto para o Pilar: o primeiro armazenamento subterrâneo operacional de gás natural do Brasil. A iniciativa permitirá guardar gás em reservatórios subterrâneos para utilização posterior. Na prática, o município passa a reunir três etapas de uma mesma cadeia: produção de gás, armazenamento e geração de energia elétrica.

Renato vem tratando essa estrutura como uma oportunidade para que Alagoas avance além da condição de produtor de gás. Em manifestações anteriores sobre o tema, o candidato também relacionou a expansão da cadeia energética à interiorização do gás e à atração de novas atividades econômicas para outras regiões do estado.

“Eu não quero que Alagoas apenas produza gás. Alagoas tem que transformar energia em desenvolvimento”, afirmou Renato.